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APLV: ALERGIA À PROTEÍNA DO LEITE DE VACA





O QUE É APLV - Alergia à proteína do leite de vaca?


A alergia alimentar é uma resposta exagerada do sistema imunológico relacionada ao consumo de determinados alimentos. Pessoas com predisposição genética a alergias, ao absorver uma proteína alergênica, seu sistema de defesa irá reconhecê-lo e produzirá anticorpos específicos que acarretarão em reações alérgicas.


Dentre os alimentos mais alergênicos temos: leite de vaca, soja, ovo, trigo, peixe, frutos do mar, amendoim e castanhas.


A APLV é uma reação do sistema imunológico às proteínas do leite, principalmente às proteínas do coalho (caseína) e às proteínas do soro (alfa-lactoalbumina e beta-lactoglobulina).


As reações são muito variadas, com sintomas que podem surgir na pele (urticária, inchaço, coceira, eczema), no sistema gastrintestinal (diarreia, dor abdominal, refluxo, vômito) e respiratório (Rino conjuntivite, tosse, rouquidão, chiado no peito), podendo, em alguns casos, haver o comprometimento de vários órgãos (reação anafilática). Nos casos mais graves, os sintomas aparecem pouco tempo após o contato com o alimento alérgeno; em outros, podem levar até dias para surgir.


APLV É COMUM?


A ocorrência de alergia alimentar vem aumentando no mundo como um todo.


Estima-se que a prevalência de alergias alimentares em geral seja em torno de 6% em crianças menores de 3 anos e 3,5% em adultos. Mas esses números estão aumentando.


A alergia à proteína do leite de vaca é o tipo de alergia alimentar mais comum na infância.

De acordo com a Sociedade Europeia de Gastroenterologia, Hepatologia e Nutrição Pediátrica (ESPGHAN, 2012):


- 1 a 17% das crianças menores de 3 anos possuem sintomas sugestivos de APLV - 2 a 3% das crianças < 3 anos têm APLV - 0,5% em bebês amamentados exclusivamente possuem APLV - < 1% das crianças > 6 anos possuem APLV


QUAIS SÃO AS POSSÍVEIS CAUSAS ASSOCIADAS À APLV?


Genética: A influência genética / familiar é o fator mais associado ao desenvolvimento da alergia. Filhos de pais alérgicos possuem 75% de chances de desenvolvê-la. Mas crianças sem história familiar de alergia também podem apresentar APLV.


Hipótese da higiene: essa hipótese tem sido considerada uma das possíveis causas do aumento das alergias alimentares, pois os hábitos de limpeza, as vacinas e os antibióticos tornam as pessoas menos expostas a infecções, acarretando alterações no sistema de defesa e aumentando as chances de desenvolver alergias.


Exposição precoce às proteínas do leite: ao nascer, o intestino e o sistema de defesa do bebê ainda estão terminando de se formar, ou seja, “aprendendo” a fazer a digestão dos alimentos e a defender o organismo contra substâncias nocivas.


O alimento ideal para os bebês é o leite materno, pois é nutricionalmente completo e rico em enzimas e anticorpos que o bebê ainda não consegue produzir sozinho. Além disso, pequenas quantidades das proteínas que a mãe consome passam para o leite materno, possibilitando o contato do bebê com os alimentos que consumirá no futuro, o que favorece o desenvolvimento da tolerância aos alimentos.


A oferta precoce de leite de vaca para bebês, principalmente nos primeiros dias de vida, aumenta as chances de a criança desenvolver APLV, pois os órgãos do trato digestório ainda não estão prontos e a criança poderá ter dificuldade em digeri-lo, absorvendo suas proteínas inteiras, antes de serem digeridas até peptídeos e aminoácidos.


O sistema de defesa do bebê, que também está em fase de maturação, pode confundir a proteína do leite de vaca com algo nocivo e começar a reagir, desencadeando a alergia.

a melhor forma de prevenir a APLV é garantir o aleitamento materno exclusivo até o 6º mês de vida e evitar a introdução precoce de leite ou fórmulas à base de proteína do leite de vaca.


DIAGNÓSTICOS


O diagnóstico da APLV deve ser realizado em 4 etapas:


1) História clínica 2) Exames laboratoriais 3) Dieta isenta das proteínas do leite 4) Teste de Provocação Oral


Em no máximo 4 semanas é possível concluir o diagnóstico da criança se esses 4 passos forem realizados corretamente.


É importante que os pais sejam pacientes no início, pois em casos de reações tardias os sintomas às vezes demoram a passar após o início da dieta e as crianças podem demorar até 4 semanas para apresentar uma melhora significativa. Isso faz com que as famílias não acreditem na hipótese diagnostica, mudem de médico ou não sigam as orientações, atrasando ainda mais a conclusão do diagnóstico e a melhora da criança.


Em nosso site você encontra diversos produtos livres da proteína do leite, na área sem lactose


Fonte: http://www.alergiaaoleitedevaca.com.br/


Agradecemos da querida Nutricionista Dariana Santana, pelo apoio.


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